sub-11: FC Porto 2 - 1 Boavista
Sub-13: FC Porto 2 - 2 Boavista
Azuis- Luis, João Pedro(Bruno), Pedro, Leandro, Gerson, Marcos, Fabio(Mesquita), Diogo Mota, Francisco(Nuno), Gonçalo Paciencia, Bernardo
Foi uma desilusão o jogo desta tarde no sintetico do CTFD, com um Porto desorganizado e sem princípios básicos de jogo.
Logo nos primeiros minutos os Dragõezinhos fizeram o primeiro golo através de uma grande penalidade, depois de uma boa jogada pelo lado esq onde alinhou de inicio Francisco (1º ano) , os momentos que se seguiram foram os menos maus de todo jogo, onde o Porto até conseguiu algum domínio e superioridade.
O Boavista apresentou uma equipa muito frágil fisicamente mas com grande qualidade técnica e enorme entrega ao jogo, e foi na sequência de uma bola perdida no meio campo que surge o golo do empate.
Dai para a frente foi mau demais, nenhuma equipa queria jogar, nenhum treinador deixava jogar, convém relembrar que estamos a falar de crianças, repito crianças, e se alguém é responsável pelo péssimo jogo de ambas as equipas é sempre quem as dirige.
Na segunda parte foi mais do mesmo, com o Porto mais forte fisicamente a ganhar mais bolas divididas e com os traquinas do Boavista a sair muito rapidinhos para ataque; e foi numa transição ofensiva que o Boavista fez o ultimo golo da tarde, beneficiando da lentidão dos gigantes Azuis.
Esperava muito mais, exigia-se muito mais a uma equipa de formação como o Porto, mesmo tendo em conta a idade dos atletas, é impensável a inexistência de princípios básicos do jogo ofensivo, esta tarde não se viu quatro passes consecutivos, é importante ganhar, isso é inegável mas não a todo custo, porque por vezes ganhar apenas serve para camuflar este tipo de situações como as que se viu hoje.
++Positivo++
Gonçalo Paciencia: sempre mal servido, e mal apoiado, só alguem com a sua enorme qualidade consegue fazer o jogo que este Dragaozinho fez.
Boavista: Três jogadores na frente de ataque com menos centimetros que os azuis mas com metros a mais de qualidade.
--Negativo--
Treinadores: Devem ter ficado sem voz de tanto gritar com os pequenotes, mas pior de tudo é que não diziam nada para além de criticar e penalizar as crianças.
sábado, 28 de abril de 2007
sexta-feira, 27 de abril de 2007
Força Pequeninos..

Sub-19: sem competição
Sub-17: Padroense - FC Porto 29.04.2007 11h00 (Estádio do Padroense)
Com três pontos de vantagem para o segundo classificado, é fundamental esta vitória para a equipa Portista de forma garantir uma deslocação mais tranquila na próxima semana a Guimarães.
Sub-16: Padroense – FC Porto 29.04.20007 11h00 (Estádio do Padroense)
Sem qualquer possibilidades de disputar um lugar na próxima fase, este jogo assume-se como uma bela forma de testar e avaliar alguns elementos menos utilizados.
Sub-15: Sem competição
Sub-14: FC Porto – Gondomar 29.04.2007 10h00 (CTFD)
Confronto de primeiros.. Os primeiros classificados nas séries 1 e 2 defrontam-se logo na primeira jornada da fase final da primeira divisão Distrital. Não podendo a equipa azul subir de divisão, pede-se que procurem renovar o titulo e assim conseguir o tri-campeonato.
Sub-13: FC Porto - Boavista 28.04.2007 16h00 (CTFD)
Derby em ponto pequeno.. Em dia de derby no escalão maior, a fase final no escalão de infantis, inicia-se com um derby dos pequeninos no sintético do CTFD.
Sub-17: Padroense - FC Porto 29.04.2007 11h00 (Estádio do Padroense)
Com três pontos de vantagem para o segundo classificado, é fundamental esta vitória para a equipa Portista de forma garantir uma deslocação mais tranquila na próxima semana a Guimarães.
Sub-16: Padroense – FC Porto 29.04.20007 11h00 (Estádio do Padroense)
Sem qualquer possibilidades de disputar um lugar na próxima fase, este jogo assume-se como uma bela forma de testar e avaliar alguns elementos menos utilizados.
Sub-15: Sem competição
Sub-14: FC Porto – Gondomar 29.04.2007 10h00 (CTFD)
Confronto de primeiros.. Os primeiros classificados nas séries 1 e 2 defrontam-se logo na primeira jornada da fase final da primeira divisão Distrital. Não podendo a equipa azul subir de divisão, pede-se que procurem renovar o titulo e assim conseguir o tri-campeonato.
Sub-13: FC Porto - Boavista 28.04.2007 16h00 (CTFD)
Derby em ponto pequeno.. Em dia de derby no escalão maior, a fase final no escalão de infantis, inicia-se com um derby dos pequeninos no sintético do CTFD.
quinta-feira, 26 de abril de 2007
Selecção Nacional Sub-16

O Treinador Nacional, Paulo Sousa, divulgou a convocatória da Selecção Nacional Sub-16 para o estágio de preparação, a realizar no Estádio Nacional, dia 1 e 2 de Maio, tendo em vista os dois jogos de preparação frente à Polónia.
Depois de ter participado no Torneio Internacional de Castelo Branco (o qual venceu), Os Sub-16 vão preparar o duplo confronto frente à Polónia, de carácter particular. Primeiro, no Municipal de Santa Comba Dão, dia 8 de Maio, às 16h00. Dois dias depois, a partida disputa-se no Estádio Municipal de Tondela, às 11h00.
Paulo Sousa convocou 26 jogadores.
Académica/OAF: José Francisco;
ADR Pasteleira: Baptista;
Ass. Naval 1º Maio: César;
FC Barreirense: Pedro Costa;
FC Penafiel: João Carlos;
FC Porto: Caetano e Flávio Moreno;
Leixões SC: Fábio;
Padroense FC: Dias, Claro, José Teixeira, Paulinho e Pedro Branco;
SC Braga: Lucas;
SL Benfica: André Campos, Fábio Pereira e Nelson Oliveira;
Sporting CP: Cédric Soares, Januário, Mário Rui, Nuno Reis e Ruben Luis;
Vitória SC: Cláudio Ramos, Filipe Sousa, Nandinho e Rafael.
Plano de Treinos:
Terça-feira (01/05/2007)
Treino-16h00 (Estádio Nacional)
Quarta-feira (02/05/2007)
Treino-10h00 (Estádio Nacional)
Treino-16h00 (Estádio Nacional)
Depois de ter participado no Torneio Internacional de Castelo Branco (o qual venceu), Os Sub-16 vão preparar o duplo confronto frente à Polónia, de carácter particular. Primeiro, no Municipal de Santa Comba Dão, dia 8 de Maio, às 16h00. Dois dias depois, a partida disputa-se no Estádio Municipal de Tondela, às 11h00.
Paulo Sousa convocou 26 jogadores.
Académica/OAF: José Francisco;
ADR Pasteleira: Baptista;
Ass. Naval 1º Maio: César;
FC Barreirense: Pedro Costa;
FC Penafiel: João Carlos;
FC Porto: Caetano e Flávio Moreno;
Leixões SC: Fábio;
Padroense FC: Dias, Claro, José Teixeira, Paulinho e Pedro Branco;
SC Braga: Lucas;
SL Benfica: André Campos, Fábio Pereira e Nelson Oliveira;
Sporting CP: Cédric Soares, Januário, Mário Rui, Nuno Reis e Ruben Luis;
Vitória SC: Cláudio Ramos, Filipe Sousa, Nandinho e Rafael.
Plano de Treinos:
Terça-feira (01/05/2007)
Treino-16h00 (Estádio Nacional)
Quarta-feira (02/05/2007)
Treino-10h00 (Estádio Nacional)
Treino-16h00 (Estádio Nacional)
Bébé da Semana

Nome: Ventura
Nome Completo:Hugo Ventura Ferreira Moura Guedes
Posição: Guarda-redes
Data nascimento: 14-01-88
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Iniciando bem cedo o seu processo de formação no clube do coração, Hugo Ventura tinha como desejo jogar em posições mais adiantadas da que ocupa actualmente. Foi perante uma necessidade pontual que o seu técnico da altura, Álvaro Silva, o colocou na posição de Guarda-redes, não sendo de seu agrado atendendo ao desejo comum a tantas crianças de marcar golos, foi na baliza que revelou de imediato um talento enorme e poucas vezes visto para atletas de tenra idade.. Acumulou títulos individuais pelos vários torneios que efectuou ao longo da sua formação, e contribui-o de forma preponderante para a conquista de vários títulos colectivos, quer a nível interno quer externo.
Actualmente efectua três treinos semanais com o plantel sénior, e faz parte da selecção Nacional de sub-20, sendo o dono da baliza nacional no seu escalão (Sub-19)
++Positivo++
Frieza e qualidade técnica, são indiscutivelmente as duas grandes armas deste futuro Guarda-Redes. A forma fria e calculista como aborda mesmo os lances mais complexos deixam passar uma imagem de enorme confiança nos seus colegas de equipa. Jogo com os pés, sendo este um requisito fundamental para um guarda-redes moderno, Ventura tem neste aspecto um enorme a vontade nas intervenções com os pés.
--Negativo--
1.82.. será que chega?? Esta é a questão que muitos colocam quando se tem uma perspectiva futura relativamente a esta posição tão específica.
Actualmente efectua três treinos semanais com o plantel sénior, e faz parte da selecção Nacional de sub-20, sendo o dono da baliza nacional no seu escalão (Sub-19)
++Positivo++
Frieza e qualidade técnica, são indiscutivelmente as duas grandes armas deste futuro Guarda-Redes. A forma fria e calculista como aborda mesmo os lances mais complexos deixam passar uma imagem de enorme confiança nos seus colegas de equipa. Jogo com os pés, sendo este um requisito fundamental para um guarda-redes moderno, Ventura tem neste aspecto um enorme a vontade nas intervenções com os pés.
--Negativo--
1.82.. será que chega?? Esta é a questão que muitos colocam quando se tem uma perspectiva futura relativamente a esta posição tão específica.
Dragão da Semana

Luís Castro
"O objectivo é formar jogadores à Porto"
Depois de uma carreira pouco brilhante como jogador, Luís Castro enveredou pela carreira de treinador, passando a ser mais conhecido com o trabalho desenvolvido no Penafiel. Há cinco meses foi convidado para dirigir a formação do FC Porto e os primeiros reflexos começam a aparecer.
A subida de Castro ao plantel principal do FC Porto pode ser já entendida como resultado da reestruturação da formação do clube?
Acho que é a continuação de um processo. Mas hoje em dia, da forma como o futebol está e é encarado, está-se a dar um pouco mais de visibilidade a todos os que saem da formação. É um olhar diferente sobre o fenómeno.
Talvez porque se fala mais de jogadores que saíram há pouco das equipas de base, sendo o Sporting o exemplo maior?
Talvez. A Selecção Nacional de Sub-19 tem entre sete e oito jogadores do FC Porto, o que quer dizer que a formação do clube tem sido feita com qualidade. Tenho de dizer que procuro dar um cunho pessoal ao processo de formação. É uma realidade que os jogadores do FC Porto são uma presença assídua nas selecções e estavam até aqui num processo diferente daquele que é encarado por outros clubes, que os fazem subir de forma directa para a equipa A. O FC Porto tinha outro caminho, que era o de pegar nos jogadores em fase de transição e colocá-los noutros clubes, e vamos continuar a fazê-lo, de maneira a que atinjam um estado de maturação. Temos jogadores no Leiria, Portimonense, Académica, Tourizense, em diferentes níveis para atingirem determinados estados de maturação.
É caro formar um jogador em Portugal?
É um esforço muito grande. Não sei quantificar em números, mas é caríssimo, embora fique claramente mais em conta do que ir contratar a outro lado. Ao formarmos, fazemo-lo com a nossa identidade, cultura, com aquilo que entendemos que deve ser um jogador à Porto. É esse jogador que queremos formar.
O que é um jogador à Porto?
Será sempre um jogador agressivo, com uma ambição muito grande, bem posicionado em campo, com transições fortes, bem dotado tecnicamente e com grande espírito de sacrifício.
"Trabalhámos nas posições deficitárias"
Há uma articulação entre a formação e a equipa principal no sentido de ser trabalhado um determinado modelo de jogo?
É nossa intenção dotar os jogadores com uma cultura própria para fazer face a todos os sistemas tácticos. Era muito redutor preparar um jogador para um único sistema. Não faz sentido. O fundamental é que seja portador de todos os princípios de jogo necessários à inserção em qualquer modelo. E os jogadores do FC Porto estão preparados para isso.
Será que se pode falar de um laboratório na formação tendo em conta as necessidades da equipa principal?
Podemos e vai-se fazer. Sabemos que Portugal está deficitário em defesas-esquerdos, pontas-de-lança. Há um gabinete no FC Porto que é fundamental em todo este processo e que tem sido um grande apoio para a formação, que é o gabinete de prospecção e observação, que tem detectado valores para esses lugares que no futuro achamos que servirão o FC Porto.
O clube tem um gabinete pedagógico. Como funciona?
Há jogadores que manifestam problemas, desde o foro emocional a frustrações, e têm acompanhamento. Esse gabinete é formado por um director pedagógico, três psicólogos e um assistente social. Problemas escolares, de isolamento e que são detectados pelos treinadores são direccionados para esse gabinete, que funciona muito bem.
Quais são os jogadores da formação que estão mais perto de subirem ao plantel principal?
Há jogadores que estão a trabalhar na equipa principal [Ventura e Castro] e isso são claros sinais dessa proximidade. Mas nem todos vão subir, é uma percentagem diminuta.
Que percentagem?
Talvez dez por cento. Mas estou mais preocupado com a qualidade que possam ter para desenvolverem a profissão no futuro.
Os dirigentes falam em apostar na formação e em muitos casos os efeitos práticos são nulos...
No FC Porto há uma estratégia definida. Mas o jogador só pode subir à equipa principal se tiver qualidade. Estarmos a forçar uma subida para efeitos estatísticos não é bom. A cultura Porto é de vitória. É impensável estarmos 18 anos e ter um ou dois títulos. Pode acontecer a outros clubes, para nós é impensável. Temos de fornecer qualidade.
Qualidade é fundamental
"Este ano podemos colocar um ou dois jogadores e para o ano não colocar nenhum. Vai depender sempre da qualidade do jogador. Não queremos fazer isto de uma forma forçada. Queremos é que haja uma confiança absoluta do treinador no fornecedor, no caso a formação do FC Porto. Queremos um jogador com uma determinada identidade, que achamos que deve ter para jogar na equipa A, e que o treinador tenha confiança na formação", esclareceu Luís Castro.
Acompanhamento técnico e psicológico para André Castro evoluir melhor
O médio Castro é o nome mais recente no plantel principal oriundo da formação. Depois de atingir esse patamar, um jogador não é esquecido. "Damos-lhe um acompanhamento para que possa desenvolver as suas capacidades. Vai haver uma adaptação gradual à equipa A para que quando for utilizado possa estar identificado com um processo novo. Este processo é acompanhado por vários departamentos que estão adjacentes a este trabalho, como o departamento pedagógico, a equipa médica e a direcção técnica", explica Luís Castro.
"Queremos recrutar jogadores com menos de 14 anos"
Como se detecta um jogador?
Um bom jogador é aquele que joga com todas as partes do corpo, ágil, veloz e tecnicamente evoluído. Com estas características percebemos que há um talento, depois é ver se serve mais a defesa, o meio-campo ou o ataque.
E onde se vai buscar um jogador assim?
Temos uma rede de observadores espalhada pelo país, denominados observadores locais, que passam a informação para o gabinete de prospecção e observação. Desencadeia-se assim o processo, apertando a malha até ao recrutamento. Cada vez menos vamos buscar jogadores para além dos 14 anos. Queremos recrutá-los em idades mais baixas e dar-lhes a nossa identidade.
É frequente haver erros de avaliação, aparecendo jogadores em outros clubes que tenham sido rejeitados pelo FC Porto?Para vir para o FC Porto um jogador vai dar alguma coisa. Pode é haver uma estagnação. Para jogarem têm de perceber o jogo. Há alturas em que percebem-no e é aí que sentimos que dão o passo em frente.
Educação é fundamental
A par da formação, o FC Porto investe também na educação. O conceito é absolutamente essencial para o director técnico da formação portista. "Não concebo dentro do clube um jogador, seja em que idade for, que não estude. É impensável. Os jogadores Porto estudam todos. O meu objectivo enquanto director da formação é que quando esteja em idade de transitar para a equipa principal esteja à beira da universidade, no 12º ano. Sabemos que podem falhar a ascensão mas têm que ter alguma coisa. Um jogador social e culturalmente evoluído será sempre melhor, ao passo que um apenas com a componente técnica será muito frágil".
Físico não conta.. Prioridade à parte técnica e táctica
Na formação de um jogador há duas componentes essenciais: a técnica e a táctica. Ao contrário do que possa parecer, a parte física não é essencial, ao contrário do sugerido por José Mourinho quando era treinador do FC Porto, exigindo laterais altos. "Há dois factores de rendimento que estão no topo, que são o técnico e o táctico. Não há problemas quanto à parte física. Na formação não olhamos à altura. O próprio jogo dá essa componente física. A parte psicológica também é fundamental", diz o director técnico da formação.
in o JOGO
"O objectivo é formar jogadores à Porto"
Depois de uma carreira pouco brilhante como jogador, Luís Castro enveredou pela carreira de treinador, passando a ser mais conhecido com o trabalho desenvolvido no Penafiel. Há cinco meses foi convidado para dirigir a formação do FC Porto e os primeiros reflexos começam a aparecer.
A subida de Castro ao plantel principal do FC Porto pode ser já entendida como resultado da reestruturação da formação do clube?
Acho que é a continuação de um processo. Mas hoje em dia, da forma como o futebol está e é encarado, está-se a dar um pouco mais de visibilidade a todos os que saem da formação. É um olhar diferente sobre o fenómeno.
Talvez porque se fala mais de jogadores que saíram há pouco das equipas de base, sendo o Sporting o exemplo maior?
Talvez. A Selecção Nacional de Sub-19 tem entre sete e oito jogadores do FC Porto, o que quer dizer que a formação do clube tem sido feita com qualidade. Tenho de dizer que procuro dar um cunho pessoal ao processo de formação. É uma realidade que os jogadores do FC Porto são uma presença assídua nas selecções e estavam até aqui num processo diferente daquele que é encarado por outros clubes, que os fazem subir de forma directa para a equipa A. O FC Porto tinha outro caminho, que era o de pegar nos jogadores em fase de transição e colocá-los noutros clubes, e vamos continuar a fazê-lo, de maneira a que atinjam um estado de maturação. Temos jogadores no Leiria, Portimonense, Académica, Tourizense, em diferentes níveis para atingirem determinados estados de maturação.
É caro formar um jogador em Portugal?
É um esforço muito grande. Não sei quantificar em números, mas é caríssimo, embora fique claramente mais em conta do que ir contratar a outro lado. Ao formarmos, fazemo-lo com a nossa identidade, cultura, com aquilo que entendemos que deve ser um jogador à Porto. É esse jogador que queremos formar.
O que é um jogador à Porto?
Será sempre um jogador agressivo, com uma ambição muito grande, bem posicionado em campo, com transições fortes, bem dotado tecnicamente e com grande espírito de sacrifício.
"Trabalhámos nas posições deficitárias"
Há uma articulação entre a formação e a equipa principal no sentido de ser trabalhado um determinado modelo de jogo?
É nossa intenção dotar os jogadores com uma cultura própria para fazer face a todos os sistemas tácticos. Era muito redutor preparar um jogador para um único sistema. Não faz sentido. O fundamental é que seja portador de todos os princípios de jogo necessários à inserção em qualquer modelo. E os jogadores do FC Porto estão preparados para isso.
Será que se pode falar de um laboratório na formação tendo em conta as necessidades da equipa principal?
Podemos e vai-se fazer. Sabemos que Portugal está deficitário em defesas-esquerdos, pontas-de-lança. Há um gabinete no FC Porto que é fundamental em todo este processo e que tem sido um grande apoio para a formação, que é o gabinete de prospecção e observação, que tem detectado valores para esses lugares que no futuro achamos que servirão o FC Porto.
O clube tem um gabinete pedagógico. Como funciona?
Há jogadores que manifestam problemas, desde o foro emocional a frustrações, e têm acompanhamento. Esse gabinete é formado por um director pedagógico, três psicólogos e um assistente social. Problemas escolares, de isolamento e que são detectados pelos treinadores são direccionados para esse gabinete, que funciona muito bem.
Quais são os jogadores da formação que estão mais perto de subirem ao plantel principal?
Há jogadores que estão a trabalhar na equipa principal [Ventura e Castro] e isso são claros sinais dessa proximidade. Mas nem todos vão subir, é uma percentagem diminuta.
Que percentagem?
Talvez dez por cento. Mas estou mais preocupado com a qualidade que possam ter para desenvolverem a profissão no futuro.
Os dirigentes falam em apostar na formação e em muitos casos os efeitos práticos são nulos...
No FC Porto há uma estratégia definida. Mas o jogador só pode subir à equipa principal se tiver qualidade. Estarmos a forçar uma subida para efeitos estatísticos não é bom. A cultura Porto é de vitória. É impensável estarmos 18 anos e ter um ou dois títulos. Pode acontecer a outros clubes, para nós é impensável. Temos de fornecer qualidade.
Qualidade é fundamental
"Este ano podemos colocar um ou dois jogadores e para o ano não colocar nenhum. Vai depender sempre da qualidade do jogador. Não queremos fazer isto de uma forma forçada. Queremos é que haja uma confiança absoluta do treinador no fornecedor, no caso a formação do FC Porto. Queremos um jogador com uma determinada identidade, que achamos que deve ter para jogar na equipa A, e que o treinador tenha confiança na formação", esclareceu Luís Castro.
Acompanhamento técnico e psicológico para André Castro evoluir melhor
O médio Castro é o nome mais recente no plantel principal oriundo da formação. Depois de atingir esse patamar, um jogador não é esquecido. "Damos-lhe um acompanhamento para que possa desenvolver as suas capacidades. Vai haver uma adaptação gradual à equipa A para que quando for utilizado possa estar identificado com um processo novo. Este processo é acompanhado por vários departamentos que estão adjacentes a este trabalho, como o departamento pedagógico, a equipa médica e a direcção técnica", explica Luís Castro.
"Queremos recrutar jogadores com menos de 14 anos"
Como se detecta um jogador?
Um bom jogador é aquele que joga com todas as partes do corpo, ágil, veloz e tecnicamente evoluído. Com estas características percebemos que há um talento, depois é ver se serve mais a defesa, o meio-campo ou o ataque.
E onde se vai buscar um jogador assim?
Temos uma rede de observadores espalhada pelo país, denominados observadores locais, que passam a informação para o gabinete de prospecção e observação. Desencadeia-se assim o processo, apertando a malha até ao recrutamento. Cada vez menos vamos buscar jogadores para além dos 14 anos. Queremos recrutá-los em idades mais baixas e dar-lhes a nossa identidade.
É frequente haver erros de avaliação, aparecendo jogadores em outros clubes que tenham sido rejeitados pelo FC Porto?Para vir para o FC Porto um jogador vai dar alguma coisa. Pode é haver uma estagnação. Para jogarem têm de perceber o jogo. Há alturas em que percebem-no e é aí que sentimos que dão o passo em frente.
Educação é fundamental
A par da formação, o FC Porto investe também na educação. O conceito é absolutamente essencial para o director técnico da formação portista. "Não concebo dentro do clube um jogador, seja em que idade for, que não estude. É impensável. Os jogadores Porto estudam todos. O meu objectivo enquanto director da formação é que quando esteja em idade de transitar para a equipa principal esteja à beira da universidade, no 12º ano. Sabemos que podem falhar a ascensão mas têm que ter alguma coisa. Um jogador social e culturalmente evoluído será sempre melhor, ao passo que um apenas com a componente técnica será muito frágil".
Físico não conta.. Prioridade à parte técnica e táctica
Na formação de um jogador há duas componentes essenciais: a técnica e a táctica. Ao contrário do que possa parecer, a parte física não é essencial, ao contrário do sugerido por José Mourinho quando era treinador do FC Porto, exigindo laterais altos. "Há dois factores de rendimento que estão no topo, que são o técnico e o táctico. Não há problemas quanto à parte física. Na formação não olhamos à altura. O próprio jogo dá essa componente física. A parte psicológica também é fundamental", diz o director técnico da formação.
in o JOGO
Campeonato Nacional Juniores A
Sub-19: F.C. Porto-Penafiel, 1-0 (Golo de Roberto)
Local Centro de estágio do Olival, em Gaia
Árbitro: António Rodrigues (Aveiro)
Ao intervalo: 1-0 Golos Roberto (31)
Cartão amarelo: Sérgio (83) "
FC Porto: Leonardo, Tiago Moreira, André Pinto, Bura, Hugo, Edson (Castro, 46), Monteiro, Miguel Ângelo (Graça, 62), Roberto, Fredson, Nikola.
Treinador:Ilídio Vale
Penafiel: Márcio, André, Penela (Sérgio, 78), Rogério (Paulo, 68), Hélder, Rafael, Alex, Reinaldo, Tiago (Miguel, 68), Tito.
Treinador: Duarte Bruno II
"Desperdício de golos na 2.ª parte.O F. C. Porto ganhou ao Penafiel, por 1-0, numa partida equilibrada, em que os dragões, a jogar sem alguns dos habituais titulares, foram superiores e mais eficazes na frente, embora o adversário tenha dado uma boa réplica, construindo algumas jogadas perigosas. Na primeira parte as equipas dividiram as oportunidades, tendo os portistas marcado o único golo aos 31 m, por Roberto, que concluiu uma jogada pela direita de Monteiro. Na segunda metade, e com a entrada de Castro, o meio-campo e ataque portistas ganharam mais vigor e assitiu-se a um desperdiçar de oportunidades de golo.
1º Classificado- FC Porto 70 pontos
2º Classificado- Boavista 56 pontos
Local Centro de estágio do Olival, em Gaia
Árbitro: António Rodrigues (Aveiro)
Ao intervalo: 1-0 Golos Roberto (31)
Cartão amarelo: Sérgio (83) "
FC Porto: Leonardo, Tiago Moreira, André Pinto, Bura, Hugo, Edson (Castro, 46), Monteiro, Miguel Ângelo (Graça, 62), Roberto, Fredson, Nikola.
Treinador:Ilídio Vale
Penafiel: Márcio, André, Penela (Sérgio, 78), Rogério (Paulo, 68), Hélder, Rafael, Alex, Reinaldo, Tiago (Miguel, 68), Tito.
Treinador: Duarte Bruno II
"Desperdício de golos na 2.ª parte.O F. C. Porto ganhou ao Penafiel, por 1-0, numa partida equilibrada, em que os dragões, a jogar sem alguns dos habituais titulares, foram superiores e mais eficazes na frente, embora o adversário tenha dado uma boa réplica, construindo algumas jogadas perigosas. Na primeira parte as equipas dividiram as oportunidades, tendo os portistas marcado o único golo aos 31 m, por Roberto, que concluiu uma jogada pela direita de Monteiro. Na segunda metade, e com a entrada de Castro, o meio-campo e ataque portistas ganharam mais vigor e assitiu-se a um desperdiçar de oportunidades de golo.
1º Classificado- FC Porto 70 pontos
2º Classificado- Boavista 56 pontos
Campeonato Nacional Juniores B
Sub-17: FC PORTO 5-1 U Micaelense
Jogo no Centro de Estágios de Olival.
Árbitro: Carlos Taveira (Aveiro)
Ao intervalo: 5-0.
Marcadores: Alex (6), Figueiredo (15 e 38), Fillipi (21), Caetano (30) e Luís Lima (49).
F. C. Porto: Ruca; Vieira, Vítor, Pedro Rodrigues e Seixas; Ramon (Miguel, 41), Figueiredo (Vítor Alves, 66) e Joni; Caetano (Matos, 57), Fillipi e Alex.
Treinador: João Carlos Costa
Micaelense: André; Marco, Barroso, Pedro Leite e Diogo Medeiros; Saraiva (Martim, 78), Sandro (Nuninho, 76) e Xexas; Ricardo Correia, Ortiz (Drula, 63) e Luís Lima.
Treinador: Luís Andrade
Abrindo o activo, logo no começo, os portistas foram construindo o resultado, mercê de um futebol rápido e incisivo, que não deixou margem de manobra aos insulares que, ao intervalo perdiam por 5-0. No entanto, com o segundo tempo, os dragões não só abrandaram o ritmo, como foram menos eficientes a finalizar, permitindo assim aos açoreanos reduzir a desvantagem. Boa arbitragem.
Jogo no Centro de Estágios de Olival.
Árbitro: Carlos Taveira (Aveiro)
Ao intervalo: 5-0.
Marcadores: Alex (6), Figueiredo (15 e 38), Fillipi (21), Caetano (30) e Luís Lima (49).
F. C. Porto: Ruca; Vieira, Vítor, Pedro Rodrigues e Seixas; Ramon (Miguel, 41), Figueiredo (Vítor Alves, 66) e Joni; Caetano (Matos, 57), Fillipi e Alex.
Treinador: João Carlos Costa
Micaelense: André; Marco, Barroso, Pedro Leite e Diogo Medeiros; Saraiva (Martim, 78), Sandro (Nuninho, 76) e Xexas; Ricardo Correia, Ortiz (Drula, 63) e Luís Lima.
Treinador: Luís Andrade
Abrindo o activo, logo no começo, os portistas foram construindo o resultado, mercê de um futebol rápido e incisivo, que não deixou margem de manobra aos insulares que, ao intervalo perdiam por 5-0. No entanto, com o segundo tempo, os dragões não só abrandaram o ritmo, como foram menos eficientes a finalizar, permitindo assim aos açoreanos reduzir a desvantagem. Boa arbitragem.
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